Seguindo o assunto sobre filmes da Disney, resolvi reciclar mais um post. Hoje eu estava aqui em casa estudando mas confesso que larguei tudo quando descobri que iria passar A Bela e a Fera na Globo. Eu adoro os filmes da Disney, todos eles fizeram parte da minha infância. Além de todos serem fofos, com músicas fofinhas e personagens maravilhosos, por trás de cada filme tem uma lição de moral que a gente só percebe depois de grande.
Eu já comentei neste post sobre a grande lição que eu aprendi assistindo ao Rei Leão, sobre o fato de todo mundo ter o direito de errar, um dos meus filmes favoritos. E só hoje assistindo A Bela e a Fera que eu entendi qual era a real mensagem do filme.
A Bela e a Fera conta a história de um príncipe riquíssimo que apesar de toda a sua riqueza era muito egoísta e não tinha amigos. Numa noite chuvosa ele recebeu a visita de uma velhinha que lhe pediu abrigo só por aquela noite. Ele então se recusou a ajudar a velhinha, porém não sabia ela era uma bruxa disfarçada, e que já ouvira diversas histórias sobre o egoísmo daquele príncipe. Indignada com a sua atitude, ela lançou sobre ele um feitiço que o transformara numa fera horrível e todos os seu criados haviam se transformado em objetos. O encanto só poderia ser desfeito se ele recebesse um beijo de amor. Mas ele transformado naquela fera horrível, como alguém poderia o beijar verdadeiramente? Acontece que ele e a Bela se apaixonam, e é muito fofo!
Uma das cenas que eu mais gosto é uma das últimas, quando a Fera liberta a Bela do castelo e o relógio pergunta “Como você pode ter a deixado ir embora?” e a Fera responde “Porque eu a amo”.
E quando a Bela retorna ao castelo e reencontra a Fera quase morrendo, e se declara a ela “Por favor, não me deixe, eu te amo” e o encanto é desfeito. Liiindo!
Enfim, A Bela e a Fera nos ensina a olhar além das aparências e do materialismo e nos mostra que aquilo que está em nossos corações, em nossas almas, é o que verdadeiramente importa. Nos ensina que o amor não tem cara, nem formas, que é o maior sentimento e vence qualquer barreira, sem discriminação ♥
“Mas Ainá você tá errada, quem ganhou foi a Jennifer Lawrence!” Sim, eu sei que quem venceu o Oscar de melhor atriz em 2013 foi a Jennifer Lawrence. Acho a JLaw uma fofa mas confesso que não estava torcendo pra ela. Toda minha torcida ia para Naomi Watts, que atuou em “O Impossível”. Esse filme mexeu muito comigo, justamente por ser baseado em fatos reais.
E a atuação dela foi fantástica, realmente comoveu não só a mim mas a todos os presentes, transmitindo toda dor e o sofrimento desta catástrofe. Esse filme me fez refletir bastante e me colocar no lugar de cada vítima. Me fez também reavaliar o valor que tem minha família e meus amigos. Pra quem não sabe, o filme é sobre uma família super fofa que sai de férias com destino a Tailândia e é atingida pelo desastre da Tsunami em 2004. Eles se dividem e o filme se desenvolve em torno do pai, interpretado pelo ator Ewan McGregor, com os seus 3 filhos mais novos (FOFOS!) em busca da mãe e do filho mais velho, Lucas (que por sinal esse garotinho deu um SHOW na atuação).
O mais bonito de tudo, é a certeza de que eles se reencontrarão no meio da incerteza de sequer saber se eles estão vivos. Certamente da próxima vez que acontecer alguma tragédia (espero que não) eu farei tudo o que estiver ao meu alcance para ajudar essas vítimas. Mas como ainda não vi “O Lado Bom da Vida”, pretendo assistir em breve e assim posso comparar a atuação dessas duas atrizes brilhantes!
Alguém já assistiu os dois filmes? O que acham da atuação dessas atrizes?
Não vou comentar sobre a minha ausência no blog porque convenhamos, é férias! Tirei férias de tudo e todos e infelizmente minhas férias já estão com os dias contados.
Sou daquelas que liga pros amigos, chama pra ir ao cinema e assiste a primeira sessão de qualquer coisa que estiver passando. Se chego ao cinema às 18h, assisto o primeiro filme que passe às 18h30, por exemplo. Sem nem saber a sinopse ou ter ao menos assisti o trailer. Já me ferrei por conta disso mas também já me surpreendi bastante.
Ontem estava com o meu amigo ali nos arredores da UERJ e decidimos ir ao shopping, assistir a primeira sessão de qualquer filme. Por acaso, o filme mais próximo do nosso horário de chegada ao cinema era “Os Descendentes“. Confesso que nunca tinha nem ouvi falar deste filme (verão e férias no Rio de Janeiro é sinônimo de praia, então a gente passa longe dos shoppings e cinemas) mas adorei! Em primeiro lugar, porque o protagonista é nada mais nada menos que George Clooney.
Uma das paisagens maravilhosas do filme!
George Clooney bem feio nessa foto (not)
Em segundo lugar, o que eu mais gostei é que o filme todo se passa no arquipélago do Hawaii. O cenário é maravilhoso! As ilhas, as praias, as ruas, as casas são belíssimas! O Filme conta a história de um pai que se vê obrigado a lidar com duas filhas – uma adolescente e uma menorzinha – após o acidente de sua esposa, que entra em coma. A história toda gira em torno de Matt King, que descobre através de sua filha mais velha que estava sendo traído pela sua esposa – que está prestes a morrer – quando é declarada morte cerebral, ou seja, ela não irá acordar do coma e os aparelhos precisam ser desligados.
A partir de então, Matt, suas duas filhas e Sid (amigo de uma delas), decidem viajar pelo arquipélago havaiano em busca da dentidade do amante. A situação leva Matt a se reaproximar de suas filhas e repensar seu passado e futuro. O filme tem uma pitada de humor, uma pitada de drama e um “quê” de reflexão.
Como diria o site do Omelete:
“Com tantas reflexões, o filme leva ao seu grande destino, o autodescobrimento. É na hora de pegar a filha mais nova na escola que o pai percebe que não existe na sua memória uma lembrança recente de ter feito isso em muito tempo. É ali no hospital, ao ver a mãe paralisada na cama do hospital, que a filha percebe o quanto é parecida com a mãe que ela se acostumou a destratar.
A forma como os fatos são apresentados – em meio a uma investigação particular – fazem o público também parar para pensar no seu próprio dia-a-dia, colocar em perspectiva o que fizeram até aqui e analisar o que vem pela frente. Fidelidade, dinheiro, paternidade, relacionamentos, sentimento de culpa, tudo isso é colocado em xeque de uma forma discreta, mas bastante eficaz. Por tudo isso, Os Descendentes é o queridinho indie do Oscar deste ano. E por méritos próprios.”