19
abr
Campanha: Dove Retratos da Real Beleza Feminina

“Estou gorda, meu cabelo é sem vida, meu nariz é grande demais, queria que meu sorriso fosse de outro jeito…”

Quantas vezes já olhamos no espelho e vimos mil e um defeitinhos ou algo que não nos agrada e insistimos nisso? Muitas vezes arrumamos até imperfeições aonde não tem. A verdade é que nós mulheres nunca estamos totalmente satisfeitas e sempre queremos mudar algo em nosso corpo. Algo vai ser sempre mais bonito em fulana e isso sempre nos deixa cada vez mais críticas e exigentes com a gente mesmo em relação a estética.

Pensando nisso a Dove, que possui as campanhas de beleza que super valorizam a auto estima da mulher, criou mais uma campanha sobre a auto estima feminina super bacana chamada: “Dove Retratos da Real Beleza”.

O curta documenta a forma como as mulheres se veem em comparação a como são vistas. O filme apresenta Gil Zamora, um artista forense do FBI que já produziu mais de 3.000 retratos falados em seus 28 anos de carreira. As mulheres foram escondidas atrás de uma cortina e o artista foi fazendo um auto retrato delas de acordo com a descrição de cada uma sobre si mesma. Em seguida, Zamora elaborou um outro retrato falado de acordo com as descrições de desconhecido aleatórios sobre as características dessas mulheres. A maioria dos retratos elaborados a partir do ponto de vista desconhecido mostrou um retrato mais bonito, mais feliz e com uma descrição mais precisa da beleza destas mulheres. O que demonstra que quando se trata de como as mulheres se veem, a maior pressão é a que exercem sobre si mesmas.

“Quando fui convidado para participar no filme de Dove, não havia pensado que os resultados seriam tão distintos”, disse Gil Zamora, artista forense treinado pelo FBI. “O que me marcou foram as reações emocionais que as mulheres tiveram quando viram os dois retratos lado a lado. Acho que elas perceberam que esta autopercepção distorcida afetou partes de suas vidas e as escolhas que fizeram.”

A descrição das outras pessoas desconhecidas criou um retrato muito mais parecido com a fisionomia real delas. Nossa auto imagem, em função da pressão social que sofremos, fica distorcida e não nos vemos como realmente somos, consequentemente exigimos mais de nós mesmas. Às vezes, ou sempre, somos tão exigentes que evidenciamos nossos defeitos ofuscando as nossas as qualidades.

Todas as mulheres são lindas, auto estima é o segredo. Nunca deixem que ninguém diga que vocês não são! Vocês são sempre muito mais bonita do que pensam que são. Guarde isso pro dia, pro o mês, pro ano, pro o resto de suas vidas! ❤


8
08
abr
Eu amo: A Bela e a Fera.
Falando sobre Certas Coisas

Mais um post do projeto “Reciclando Posts”

Seguindo o assunto sobre filmes da Disney, resolvi reciclar mais um post. Hoje eu estava aqui em casa estudando mas confesso que larguei tudo quando descobri que iria passar A Bela e a Fera na Globo. Eu adoro os filmes da Disney, todos eles fizeram parte da minha infância. Além de todos serem fofos, com músicas fofinhas e personagens maravilhosos, por trás de cada filme tem uma lição de moral que a gente só percebe depois de grande.

Eu já comentei neste post sobre a grande lição que eu aprendi assistindo ao Rei Leão, sobre o fato de todo mundo ter o direito de errar, um dos meus filmes favoritos. E só hoje assistindo A Bela e a Fera que eu entendi qual era a real mensagem do filme.

A Bela e a Fera conta a história de um príncipe riquíssimo que apesar de toda a sua riqueza era muito egoísta e não tinha amigos. Numa noite chuvosa ele recebeu a visita de uma velhinha que lhe pediu abrigo só por aquela noite. Ele então se recusou a ajudar a velhinha, porém não sabia ela era uma bruxa disfarçada, e que já ouvira diversas histórias sobre o egoísmo daquele príncipe. Indignada com a sua atitude, ela lançou sobre ele um feitiço que o transformara numa fera horrível e todos os seu criados haviam se transformado em objetos. O encanto só poderia ser desfeito se ele recebesse um beijo de amor. Mas ele transformado naquela fera horrível, como alguém poderia o beijar verdadeiramente? Acontece que ele e a Bela se apaixonam, e é muito fofo!

Uma das cenas que eu mais gosto é uma das últimas, quando a Fera liberta a Bela do castelo e o relógio pergunta “Como você pode ter a deixado ir embora?” e a Fera responde “Porque eu a amo”.

E quando a Bela retorna ao castelo e reencontra a Fera quase morrendo, e se declara a ela “Por favor, não me deixe, eu te amo” e o encanto é desfeito. Liiindo!

Enfim, A Bela e a Fera nos ensina a olhar além das aparências e do materialismo e nos mostra que aquilo que está em nossos corações, em nossas almas, é o que verdadeiramente importa. Nos ensina que o amor não tem cara, nem formas, que é o maior sentimento e vence qualquer barreira, sem discriminação ♥


13
03
abr
Não tenho medo de errar!
Falando sobre Certas Coisas . Comportamento

Mais um post do projeto “Reciclando Posts”

Quem nunca cometeu um erro? Quem nunca magoou ou feriu alguém que atire a primeira pedra. Antes mesmo de ter um blog, eu já estava pensando em escrever algo sobre isso, sobre cometer erros. Já cometi muitos, me arrependo alguns e agora eu consigo compreender que foram necessários cometer outros para que eu amadurecesse e me tornasse hoje quem eu sou.

O Rei Leão além de ter sido o primeiro filme que eu assisti no cinema (em 1994 ♥), é um dos meus filmes da Disney favoritos! Há um tempo atrás eu cometi um erro que eu reconheço que foi bem grave e assumi-lo também foi bem difícil. Magoei pessoas que não deveriam de forma alguma serem magoadas e tudo mais. Errei, e arquei com as consequências. Me arrependi de verdade, fiquei bem mal mas depois cansei de ficar me martirizando por algo que não tinha como ser consertado. Um dia, assistindo ao Rei Leão pela milésima vez eu percebi que o filme ensina uma verdadeira lição, coisa que eu não tinha percebido antes e só me dei conta agora, pois nunca passei por nenhuma situação parecida, vejam a cena:

Rafiki: O tempo está estranho! Você não acha?

Simba: É. Parece que os ventos estão mudando.

Rafiki: Ahhh. Mudar é bom.

Simba: Sim, mas não é fácil.

Simba: Eu sei o que eu tenho que fazer. Mas voltando significa enfrentar o meu passado. E estive correndo delle por tanto tempo.

(Rafiki bate no Simba)

Simba: Oww. Eita … O que foi isso?

Rafiki: Não importa, está no passado!

Simba: Sim, mas ainda dói.

Rafiki: Ah sim, o passado pode doer, magoar. Mas da maneira que eu vejo, você pode fugir dele… ou aprender com ele!

(Rafiki tenta acertar Simba novamente, mas ele desvia)

Rafiki: Entende? Então o que você vai fazer?

Esse diálogo do Rei Leão me deu um incentivo surreal em assumir os meus erros, enxergar a dimensão deles e ainda assim querer recomeçar. Sei lá, admitir os erros, vestir a camisa me fez bem. Me deixou novinha em folha, sem culpa, sem remorso nem nada. É bom se sentir assim, o Simba foge da selva porque ele acha que matou o Scar. Ele acha que cometeu um erro e não quer mais voltar e encarar a situação de frente. Ele foge e diz ter vergonha do seu passado, pois não pode mudá-lo. Daí vem o Rafki, dá uma paulada na cabeça do Simba e diz “Você não pode fazer mais nada agora, está no passado”, e manda ele tirar tudo isso como lição. E o Simba ainda responde: “É, mas ainda dói!”. Nisso, Rafiki tenta acertar Simba mais uma vez, e ele como já passou e aprendeu com isso antes, desvia.

Tem lição maior do que essa? Assim como o Simba, eu aprendi anão fugir das consequências, das minhas responsabilidades  e nem nada. O que passou passou, e eu resolvi aprender com tudo. Aprendi que o mais me fez errar, foi também o que mais me fez crescer.

Aprendi entre tantas coisas que pedir perdão é muito mais difícil do que perdoar. Também aprendi a não ficar implorando o perdão de ninguém pois perdoar também não é fácil. Tem uma frase que diz “O fraco jamais perdoa, o perdão é característica do forte.” E é uma das mais puras verdades. Acho que passar por cima, virar a página quando alguém te fez mal é muito mais maduro do que guardar mágoas e rancor. E muito mais saudável também! ❤


30
20
mar
Eu fui: Paraty!
Falando sobre Certas Coisas

Ganhei de presente de aniversário um final de semana em Paraty! Fica a 258 km da cidade do Rio de Janeiro o que dá mais ou menos umas 3 horas de carro. A cidade é linda, tem um Centro Histórico super conservado e está localizada em uma região privilegiada cercada por inúmeras belezas naturais. Dos passeios no fim de tarde pelas ruas irregulares do centro histórico ao mergulho rodeado por peixes coloridos em uma das ilhas ou praias, passando pelos banhos revigorantes em belas cachoeiras, Paraty é com certeza um dos melhores lugares pra quem procura aventura, diversão ou até mesmo se desconectar do mundo e descansar em um lugar só!

Sua baía conhecida como Costa Verde, compreende em 65 ilhas e centenas de praias, algumas tão protegidas pela mata que só podem ser alcançadas de barco ou através de trilhas.

Ficamos em uma pousada super fofa chamada Cores do Mar, próximo a praia de Jabaquara. Chegamos sábado e a recepcionista super simpática nos atendeu e com toda boa vontade nos indicou vários lugares para conhecermos. Fomos a Cachoeira do Tobogã, que é uma queda d’agua cercada por grandes pedras que deságuam em uma piscina natural. O nome tobogã é porque você caminha em cima das pedras e escorrega lá de cima como se fosse realmente um tobogã! De lá subimos e encontramos outras cachoeiras lindíssimas com piscinas naturais, como a Cachoeira do Tarzan, e um restaurante super lindinho no meio da mata, que pra ter acesso só passando por cima de uma pontezinha que atravessava as piscinas naturais e que permite apenas a passagem de duas pessoas por vez. Pedimos um peixe típico da região (esqueci o nome hihi) e fomos super bem atendidos pelos funcionários.

A Estrada Real é a união de três caminhos construídos pela Coroa Portuguesa no século XVII com o objetivo de fiscalizar as riquezas e as mercadorias que transitavam entre Minas Gerais (na cidade de Ouro Preto) e o litoral do Rio de Janeiro (Paraty). A ideia desde aquele tempo, era obrigar o pessoal a pagar impostos pela mercadoria transportada (ouro e outras riquezas), portanto a estrada real era o caminho oficial sugerido pela corte. Era considerado crime (contrabando) se abrir outros caminhos ou buscar rotas alternativas tentando burlar os impostos.

Conhecer o Centro Histórico de Paraty é uma obrigação de quem visita a cidade! É uma volta ao passado com tudo que você tem direito: carruagens, piratas, escravos, caravelas, candelabros e muito mais. Me senti em 1850! Hoje em dia muita coisa mudou, mas o clima do passado ainda está presente nas fachadas e ruas de pedra. O Centro Histórico de Paraty é considerado pela UNESCO como “o conjunto arquitetônico colonial mais harmonioso”. É também Patrimônio Nacional tombado pelo IPHAN e é candadita a Patrimônio da Humanidade. As ruas são protegidas por correntes que impedem a passagem dos carros. A arquitetura me lembrou bastante de Ouro Preto, MG. Assim como Ouro Preto, as fachadas se mantém intactas desde o período colonial e hoje em dia abrigam restaurantes, bares, lojinhas (irresistíveis), pousadas etc.

Domingo acordamos bem cedinho e fomos fazer um passeio de escuna. O passeio tem a duração de cerca de 4 horas e passa por 4 praias, podendo mergulhar em todas elas. Nosso roteiro foi Ilha da Conceição, Praia Vermelha, Praia do Engenho e Lagoa Azul. O guia do barco animou o passeio inteiro, tocando e cantando músicas brasileiras e também contando sobre a história das ilhas e das praias.

Chegamos cerca de 17h, pegamos o carro e fomos até Trindade que fica 15 km de Paraty. O Centro de Trindade, aliais, o “centro” de Trindade se resume a uma rua com cerca de 700 metros ou menos! As praias de Trindade são bem mais radicais do que as de Paraty, o mar é bravo e cheio de ondas e para chegar as melhores praias só através de barcos ou trilhas. Passamos pela Praia do Meio e fizemos uma trilha até a Praia do Cachadaço. A trilha é bem tranqüila com corrimão de madeira e degraus feitos com pedras e raízes de árvores. Retornamos escalando umas rochas (tenso) e voltamos a para o “centro” para jantar. Encontramos um restaurante local bem aconchegante e pedimos um prato que deu água na boca: spaghetti com frutos do mar. Fiquei meio tensa porque nunca havia comido seres marinhos mais exóticos como polvo, mas adorei! Pra mim todos esses frutos do mar que não são peixes ou camarão tem gosto de frango, hahaha. O prato era super simples mas estava de-li-ci-o-so.

Pra concluir o post, eu só posso afirmar aquilo que eu disse desde o início: Paraty é uma cidade maravilhosa que agrada a todos os gostos, desde casais, aventureiros, quem procura paz e descanso, aventura e eco turismo!


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